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Se os pais já optam por residirem em lugares seguros, imagine quando o assunto é o local onde seus filhos irão brincar.

Antes do século XX crianças brincavam em áreas abertas e nas ruas. Com a migração para condomínios fechados, em busca de tranqüilidade e segurança, houve a necessidade de criar uma área especialmente planejada para o entretenimento. Porém, até dez anos atrás, os brinquedos eram simplesmente colocados nas áreas comuns do condomínio, sem uma preocupação específica com a segurança da criança. Agora isso começa a mudar.

Quando o assunto é a segurança dos pequenos os pais não medem esforços, porém montar um playground não é tarefa das mais fáceis. A escolha dos brinquedos deve seguir a norma NBR 14350 - 1:1999 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). “Esta norma estabelece requisitos mínimos de segurança que visam evitar os perigos apresentados por equipamentos para brincar” esclarece Patrícia Roberta dos Santos Barucco, Coordenadora do Processo de Normatização da ABNT.

Barucco comenta: “Em 2007, a Comissão de Estudo que elaborou esta norma foi reativada para realizar sua revisão; em princípio, esta norma que possui duas partes, será cancelada e substituída por uma norma com sete partes, ou seja, ela será muito mais detalhada”. E conclui: “Há previsão de disponibilizar os projetos em Consulta Nacional até junho deste ano e publicação até setembro”.

“O investimento para adequar-se às normas e garantir a diversão não é alto, se comparar o custo-benefício e a durabilidade dos brinquedos” garante José Gilberto Gaspar Junior, diretor da Instrutoy. Quando a questão é investimento, Milton Abramovich, gerente de vendas da ABR TO\'YS concorda: “Sem dúvida deve ser levado em conta”, mas ressalta: “Também temos que pensar no lazer e segurança dos pequenos”.

Abramovich explica: “Para garantir a segurança, os brinquedos devem ter cantos arredondados, proteção nas plataformas e escorregadores de polietileno”. O plástico é unanimidade quando o assunto é o material mais seguro e vantajoso. Gaspar Junior garante: “Os brinquedos são leves, não requerem manutenção, já vem com pigmentação com proteção contra raios ultravioletas – o que mantém sua aparência sempre nova – e são modulares, ou seja, o condomínio pode começar investindo pouco e futuramente comprar novos módulos e encaixá-los”.

“O piso também é uma grande preocupação, deve ser emborrachado ou forrado de grama natural ou sintética com uma camada amortecedora sob o material, para a redução do impacto em caso de quedas” orienta Gaspar Junior. E Abramovich complementa: “Ele deve ter uma concepção que evite um aquecimento exagerado em dias ensolarados”.

“Os brinquedos dos parquinhos além de agradar, estimulam as crianças a superar obstáculos e permitem que elas tenham momentos de euforia. Se as normas de segurança forem respeitadas e se houver sempre um adulto de olho, o parquinho passa a ser um ambiente capaz de contribuir para o desenvolvimento da criança. Gaspar Junior finaliza: “Nossa preocupação é transformar o playground num lugar mais seguro para as crianças e mais tranqüilo para os pais”.


Considerações: O conteúdo desta matéria tem como propósito levar o conhecimento e a orientação no tocante à boa administração de seu condomínio. Contudo, a Empresa não se responsabiliza por quaisquer decisões que possa ser tomada valendo-se apenas da matéria exposta e sem a consulta de um especialista naquilo em que o assunto e/ou decisão assim possa exigir.